Por que? usar peças e componentes originais
Não é indicado pelos fabricantes de nobreaks e estabilizadores adquirir peças, partes e componentes que não sejam as originais. As peças originais, ou genuínas são averiguadas pela fabricante, passando por um processo rigoroso de qualidade e testes, mantendo os requisitos e características a serem adaptadas perfeitamente nos equipamentos, além de assegurar sua durabilidade. Ao adquirir peças paralelas no mercado, não há como rastrear sua procedência e não há condições de garantir a qualidade da peça. O uso de peças não originais pode danificar o desempenho e funcionamento operacional do equipamento, trazendo prejuízo e insegurança por não possuírem o processamento de qualidade e testes que a fábrica produz para as peças originais. Por este motivo quando o cliente opta por adquirir a peça no mercado ele corre o risco de perder a garantia de serviço executado, caso a peça venha apresentar problemas, ficando por conta e responsabilidade do cliente a substituição da peça com o seu fornecedor. A PowerBlade, atendendo o mercado há 10 anos e autorizada por mais de 10 marcas de nobreaks e Estabilizadores, prioriza a qualidade, desempenho e transparência para os clientes ao realizar manutenções, trabalhando somente com peças originais para asseguridade e garantia de um ótimo funcionamento e desempenho dos equipamentos.
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Futuro verde: energia eólica já é mais barata do que combustíveis fósseis
Se antes algumas empresas argumentavam que o uso de energia eólica era pouco eficiente, parece que agora elas não têm mais como usar esse argumento. O motivo? Essa fonte de energia, segundo estimativas de várias empresas da indústria, agora custa em torno de apenas € 100 por MW/h. Com isso, ela acaba de se tornar tão custo-efetiva quanto o carvão ou mesmo as energias nuclear e solar.
Não é preciso muito para imaginar o potencial que isso oferece para a existência de um mercado mais sustentável de energia renovável. É importante notar também que, mesmo para a indústria em si, as boas novas vieram como uma surpresa: a queda nos custos dessa tecnologia foi tão rápida que alcançou a marca entre três a quatro anos antes do esperado, representando uma diminuição de 27% desde 2014.
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Como se tornar um pequeno produtor de energia
Entenda como os sistemas de geração distribuída podem ser benéficos para a economia e o meio ambiente
Uma pesquisa da consultoria Accenture aponta que oito em cada dez brasileiros têm interesse em produzir a própria eletricidade de forma autossuficiente. Isso significa que 80% da população gostaria de se ver livre do modelo tradicional de produção e distribuição de energia. Mas como se tornar independente? A geração distribuída é uma boa alternativa.
O sistema tradicional é composto por grandes unidades produtoras, como as hidrelétricas e termelétricas. São elas que geram a energia que, em seguida, percorre milhares de quilômetros em redes de transmissão até chegar aos centros de consumo, de onde é distribuída para os habitantes.
Mas, com o avanço das energias renováveis, como solar e eólica, os consumidores têm ganhado independência. “Uma pessoa pode produzir energia em sua residência, enviar a carga para a rede local e ainda ser recompensada por isso”, explica o professor José Simões Moreira, coordenador do laboratório de sistemas energéticos alternativos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).
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Mais de mil raios atingiram a região do Vale do Paraíba nesta segunda
A média esperada para a temporada de verão em todo o Vale do Paraíba é de 90 mil raios.
Estudo prevê menos chuva no Norte e períodos de seca no Sul do país
Cientistas que estudam as mudanças do clima, dizem que a estiagem que São Paulo está enfrentando não é um fenômeno isolado. E que, daqui para frente, os chamados eventos extremos vão provocar mais tempestades e mais períodos de seca do que o normal.
São Paulo precisa mais do que chuva para sair da crise da água
O volume de água do sistema Cantareira, em São Paulo, atingiu nesta terça-feira (25) 9,3% já contando a segunda reserva do volume morto. É mais um recorde negativo, batido no período de estiagem mais longo de que se tem notícia na Região Metropolitana.
Em duas semanas, São José é atingida por mais de 1.400 raios
Após período de estiagem, número de descargas deve crescer este verão, segundo estudo do Inpe