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Não foi brincadeira: Asus ROG Mjolnir, o martelo de Thor para usar a TV, o console ou o que você quiser, ao ar livre

Algumas empresas de tecnologia usam o dia 1º de abril, equivalente ao nosso Dia da Mentira, para apresentar produtos ridículos como uma piada. Outros, para anunciar produtores reais que parecem loucos demais para ser verdade. Há 20 anos o Google lançou o Gmail, com 1 GB de espaço. E este ano a Asus anunciou o Asus ROG Mjolnir .

Asus ROG Mjolnir é uma enorme estação de carregamento em forma de martelo de Thor . Uma alegoria muito apropriada, pois Thor era o deus do trovão, portador da eletricidade. E este dispositivo é uma bateria portátil carregada com energia elétrica .

Pelo que pode ser visto na foto, essa bateria portátil pode ser transportada de um lugar para outro segurando-a pela alça, como um martelo.

noticia tirada diretamente deste site: https://computerhoy.com/tecnologia/asus-rog-mjolnir-martillo-thor-estacion-carga-1377001

Por que? usar peças e componentes originais

Não é indicado pelos fabricantes de nobreaks e estabilizadores adquirir peças, partes e componentes que não sejam as originais. As peças originais, ou genuínas são averiguadas pela fabricante, passando por um processo rigoroso de qualidade e testes, mantendo os requisitos e características a serem adaptadas perfeitamente nos equipamentos, além de assegurar sua durabilidade. Ao adquirir peças paralelas no mercado, não há como rastrear sua procedência e não há condições de garantir a qualidade da peça. O uso de peças não originais pode danificar o desempenho e funcionamento operacional do equipamento, trazendo prejuízo e insegurança por não possuírem o processamento de qualidade e testes que a fábrica produz para as peças originais. Por este motivo quando o cliente opta por adquirir a peça no mercado ele corre o risco de perder a garantia de serviço executado, caso a peça venha apresentar problemas, ficando por conta e responsabilidade do cliente a substituição da peça com o seu fornecedor. A PowerBlade, atendendo o mercado há 10 anos e autorizada por mais de 10 marcas de nobreaks e Estabilizadores, prioriza a qualidade, desempenho e transparência para os clientes ao realizar manutenções, trabalhando somente com peças originais para asseguridade e garantia de um ótimo funcionamento e desempenho dos equipamentos.

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Nobreak ou gerador de energia elétrica: entenda as diferenças de cada um

Quedas de energia, apagões, distúrbios e oscilações no fornecimento de energia elétrica são apenas alguns dos diversos riscos que os equipamentos eletrônicos sofrem e podem comprometer o seu tempo de vida útil quando conectados à rede.

No entanto, existem alguns equipamentos que garantem proteção extra a estes dispositivos, permitindo o uso contínuo em caso de ausência de energia, como é o caso dos geradores e nobreaks.

A principal função do nobreak é fornecer energia ininterrupta aos equipamentos, mesmo na ausência total de energia proveniente de rede elétrica. Isto é possível pela utilização de baterias internas, que são carregadas automaticamente enquanto a rede elétrica está em pleno funcionamento e, em uma eventual queda ou oscilação de energia, entram em operação por um determinado período.

Já os geradores, por sua vez, são capazes de transformar a energia, seja ela mecânica, química, solar ou de qualquer outra natureza, em elétrica. Em edifícios, é mais comum o uso de geradores a combustão, que transformam energia química (diesel) em energia elétrica.

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Futuro verde: energia eólica já é mais barata do que combustíveis fósseis

Se antes algumas empresas argumentavam que o uso de energia eólica era pouco eficiente, parece que agora elas não têm mais como usar esse argumento. O motivo? Essa fonte de energia, segundo estimativas de várias empresas da indústria, agora custa em torno de apenas € 100 por MW/h. Com isso, ela acaba de se tornar tão custo-efetiva quanto o carvão ou mesmo as energias nuclear e solar.

Não é preciso muito para imaginar o potencial que isso oferece para a existência de um mercado mais sustentável de energia renovável. É importante notar também que, mesmo para a indústria em si, as boas novas vieram como uma surpresa: a queda nos custos dessa tecnologia foi tão rápida que alcançou a marca entre três a quatro anos antes do esperado, representando uma diminuição de 27% desde 2014.

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Como se tornar um pequeno produtor de energia

Entenda como os sistemas de geração distribuída podem ser benéficos para a economia e o meio ambiente

Uma pesquisa da consultoria Accenture aponta que oito em cada dez brasileiros têm interesse em produzir a própria eletricidade de forma autossuficiente. Isso significa que 80% da população gostaria de se ver livre do modelo tradicional de produção e distribuição de energia. Mas como se tornar independente? A geração distribuída é uma boa alternativa.

O sistema tradicional é composto por grandes unidades produtoras, como as hidrelétricas e termelétricas. São elas que geram a energia que, em seguida, percorre milhares de quilômetros em redes de transmissão até chegar aos centros de consumo, de onde é distribuída para os habitantes.

Mas, com o avanço das energias renováveis, como solar e eólica, os consumidores têm ganhado independência. “Uma pessoa pode produzir energia em sua residência, enviar a carga para a rede local e ainda ser recompensada por isso”, explica o professor José Simões Moreira, coordenador do laboratório de sistemas energéticos alternativos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP).

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Energia solar pode ultrapassar expansão global recorde de 2016 neste ano

A expansão da capacidade instalada em energia solar no mundo deverá continuar neste ano, após menores custos levarem a um crescimento recorde em 2016, e as novas usinas instaladas poderão ultrapassar 80 gigawatts, disse uma associação da indústria de energia solar europeia nesta terça

Os preços de módulos solares fotovoltaicos caíram 80 por cento desde 2009, com aumentos na capacidade e melhorias na tecnologia

Um recorde de 76,6 gigawatts em nova capacidade em usinas solares foi instalado e conectado à rede no ano passado, alta de 50 por cento ante 2015, segundo relatório da associação SolarPower Europe.

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Ainda vale a pena manter o horário de verão?

Entre os brasileiros, uns comemoram ter uma hora a mais de sol por dia, enquanto outros reclamam da imposição de adaptar a rotina duas vezes ao ano.

Mais de mil raios atingiram a região do Vale do Paraíba nesta segunda

A média esperada para a temporada de verão em todo o Vale do Paraíba é de 90 mil raios.

Raios caem duas vezes em um mesmo lugar?

Um dos maiores mitos propagados por aí é o de que dois raios não caem no mesmo lugar. Mas não dê ouvidos a tudo o que lhe dizem. Em áreas de grande incidência, podem cair não somente dois, mas diversos raios. Prova disso é o Cristo Redentor, agraciado por seis raios por ano, em média, de acordo com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). E o Empire State Building, em Nova York, que recebe 25 descargas, sendo que já aconteceu de o topo do prédio ser atingido oito vezes em apenas oito minutos.

Em duas semanas, São José é atingida por mais de 1.400 raios

Após período de estiagem, número de descargas deve crescer este verão, segundo estudo do Inpe